August 02, 2006
Bom dia,
Neste mês de Agosto cuidado com a sua pronúncia do inglês "AUGUST". Não é o que parece, esta pronúncia do 'au' em inglês geralmente faz o som apenas de um 'A'. Então a pronúncia correta fica "á-gast".
Existe o "WHY?" Que muitos de vocês já conhecem, mas muitas pessoas falam "HOW COME?" Que também é muito comum.
"Se falássemos um outro idioma, perceberíamos um outro mundo."
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Como vivem os brasileiros na América? Imigração: como superar esta etapa? O que tem de bom nos EUA? É fácil lidar com os americanos?
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Hello para todos! Estamos em pleno verão e a coisa esquentou mesmo então pegue o seu dicionário português – inglês e acrescenta ao seu vocabulário algumas palavras desta estação como ice-cream, air conditioner, swimming pool, beach, sun, sunburn, heat, sunglasses, sunscreen, sunroof, cold water, cool breeze,........entendeu? Já que é verão aprenda umas palavras e expressões do verão.
Perguntaram-me estes dias sobre como fazer o "passado" no inglês. Isto é uma coisa muito básica em qualquer idioma, poder falar sobre ações que aconteceram ontem. Dominar o "passado" de qualquer idioma é uma peça fundamental em poder utilizar deste idioma. O passado do inglês pode parecer confuso, mas talvez isto ajuda a entender.
"Os verbos (palavras de ação) são divididos em dois grupos. Houve uma rebelião e guerra civil entre os 'verbos' e um pequeno grupo separou do grupo maior (verbos regulares) que seguiam as regras. Este pequeno grupo (verbos irregulares) não aceitava certa coisa que acontecia e por isso rebelou-se. Por que tanta briga? A razão pelo qual um grupo de verbos se separou do outro era justamente o que ia acontecer ao verbo quando fosse fazer o que verbos fazem (ação), só que demonstrando que estava fazendo sua ação (fazer ação é o que verbos fazem) no sentido do PASSADO, ontem, esta ação (verbo) esta acontecendo no passado. Ta, então a regra era que todos os verbos tinham que pendurar um "ED" no pescoço quando estava fazendo sua ação no passado, este seria o sinal da mudança do verbo na sua ação do presente, "need" para o passado "needed". E beleza! Era só colocar um "ed" no final de qualquer verbo que este verbo ficava no passado. Mas, lembra da nossa pequena guerra civil? É o que aconteceu porque os verbos irregulares eram um grupo que disse 'Não vamos aceitar este negócio de pendurar um "ed" no pescoço não queremos isto'. E separaram dos outros. Só que tanto os verbos regulares (a grande maioria que só acrescenta um "ed" no final do verbo) e os verbos irregulares (embora um grupo pequeno de rebeldes alguns dos melhores e mais usados verbos estavam neste grupo como o verbo 'comer' - eat, no passado 'ate' ou 'ver' - see, passado 'saw') todos precisavam fazer o seu trabalho e o caso dos verbos regulares já estava resolvido no passado acrescentando o "ed", mais e os verbos rebeldes, os irregulares, eles tinham que fazer algo para demonstrar que estavam atuando no passado, e a maioria simplesmente cria uma outra forma de se mesmo como "eat" fica "ate" ou "have" fica "had", então estes verbos usam estas outras identidades quando estão no passado. Alguns são tão rebeldes que não fazem nenhuma mudança como o verbo 'cortar' – cut que no passado é o mesmo 'cortou' - cut, mas estes são raros. OK? Em resumo; a grande maioria dos verbos são regulares e acrecentam o "ed" no final (tem vez que só precisa do 'd' se já tem um 'e' no final). Tem um pequeno grupo de verbos rebeldes que não querem seguir a regra e para eles se aplicarem no passado a maioria simplesmente faz uma outra forma de se que o aluno tem que memorizar e estes são os verbos irregulares."
A função biológica e cerebral que nos permite falar é aquilo que mais profundamente distingue o homem dos outros animais. Considera então que o desenvolvimento desta função cerebral ocorreu em estreita ligação com a bipedia e a libertação da mão (estes que permitiram o aumento do volume do cérebro com o consumo de mais e melhores proteínas), a par do desenvolvimento de órgãos fonadores e da mímica facial. Devido a estas capacidades, para além da linguagem falada e escrita, o homem desenvolveu as linguagens de sinais, não só para melhorar a comunicação entre surdos e mudos, mas também para utilizar em situações especiais, como no teatro e entre navios ou pessoas que se encontram fora do alcance do ouvido, mas que se podem observar entre si.
Um assunto controverso que tem emergido em certos meios já desde antes de virada do milênio é justamente a preservação e, até mesmo, a ressurreição de línguas minoritárias ou de línguas minorizadas em determinados contextos. O primeiro é o caso do irlandês na Irlanda ou do maori na Nova Zelândia - este último exemplo sendo considerado um dos grandes sucessos. O segundo caso o do galego na Espanha, considerado por muitos uma variedade do português, ou o francês no Canadá, pois são línguas internacionais mas com estatuto minorizado nesse contexto. Existe toda uma preocupação com o rápido desaparecimento de idiomas no mundo, especialmente com o advento da globalização.
Um fato interessante: apesar de mais de duzentas línguas serem faladas na República do Brasil, as vastas maiorias dos brasileiros acredita que se fala somente português.
Até a próxima vez. Obrigado.
Andrew Abrahamson, Ph.D.
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Pelo menos metade das palavras do Inglês são derivadas de raizes Latinos e Gregos. Conhecer estas raízes ajuda acertar os
significados das palavras antes de consultar o dicionário. Também ajuda a ver como palavras frequentemente são agrupadas
em familias com características similares.
Dr. Abrahamson
(veja mais dicas)
scar
s-kar
*1 : cicatriz
"My heart has a big scar that won't heal."
"It's time to go. You have to shake a leg."
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